Módulo 11 · Bússola
A Bússola põe a agência inteira numa escada curta: propósito, objetivos, indicadores, metas por trimestre e projetos de até 90 dias. E os números que provam cada meta saem do próprio sistema, sem ninguém alimentar planilha.
Uma escada de cinco degraus. E o sistema corrige quem pula degrau.
A tela abaixo é o sistema, com um exemplo inventado. Ela anda sozinha, e você pode clicar em qualquer etapa para voltar.
Objetivo não leva número. Número é meta: escreva só a direção, por exemplo aumentar as vendas, e ponha o valor na meta do indicador.
Comece com um verbo no infinitivo: aumentar, reduzir, manter, ser. Sem verbo o texto vira indicador, não objetivo.
Passou nas duas regras. Agora o número entra onde ele vale alguma coisa: na meta do indicador, trimestre a trimestre.
| Indicador | De onde sai | Setembro |
|---|---|---|
| Contratações no mês | Cards que chegaram em Contratados, pela data de início | 19 |
| Novas empresas | Clientes novos ou reativados, contados por CNPJ | 4 |
| Faturamento do mês | Receita no Financeiro, dinheiro e permuta | R$ 32.400 |
| Inadimplência menor é melhor | Boletos vencidos e ainda em aberto no fim do mês | R$ 1.850 |
| Vagas abertas | Posições abertas no quadro agora | 23 |
| Ligações atendidas | Ligações feitas pelo sistema em que alguém atendeu | 146 |
Indicador que não está nessa lista você lança na mão, mês a mês. E o atingimento respeita a direção: em indicador de reduzir, cair é ganhar.
Para nós, sucesso é ser a primeira agência que a empresa da região lembra, colocar gente que fica, e ser um lugar em que a equipe quer continuar.
A proposta dela passa pelas mesmas regras: se sair um objetivo com número, volta o mesmo erro. Ela nunca inventa valor de meta e nunca dá nota em pessoa.
Plano montado sem olhar para fora vira lista de desejo. O diagnóstico é curto e termina em prioridade, não em quadro bonito.
Um checklist de afirmações em pares sobre a operação. O que a agência faz bem vira força, o que trava vira fraqueza, sem depender de alguém acordar inspirado.
Nove frentes de fora para percorrer: concorrência, mercado, fornecedores, tecnologia, economia, sociedade, meio ambiente, legislação e cenário internacional.
Cada fator recebe nota por tema do propósito, e o que é fraqueza ou ameaça também recebe gravidade, urgência e tendência. Sai daí a ordem do que atacar primeiro.
Quase toda agência já tentou fazer isso uma vez. O que costuma faltar não é vontade, é o desenho.
Um de resultado e um de controle. Sozinho, todo indicador é contornável: dá para bater o número entregando pior. O par existe para isso aparecer.
Quando não existe número de hoje, o sistema aceita marcar como não medido em vez de aceitar um chute. Descobrir que a agência não mede o que promete costuma valer mais que a meta.
Um plano da agência, um por setor e metas individuais. A pessoa abre o painel e vê a meta dela ligada a um objetivo que ela consegue explicar.
Ela faz parte do plano Escala e do teste grátis, e nasce desligada mesmo quem tem direito. Não é esquecimento: a Bússola pede a agência sentar e escrever. Para quem não vai fazer isso, ela seria só um item de menu prometendo trabalho. O Gestor liga em Configurações quando a agência estiver pronta.
Não. A Bússola cobra as regras na hora e explica cada uma delas em português. Se preferir, a Vega conduz a conversa e monta a proposta com você.
Não define. Ela organiza o que você falou e devolve uma proposta. O número da meta é seu, e nada é salvo antes de você clicar em salvar.
Serve, com moderação. Operação pequena precisa de três números claros, não de seis objetivos. A escada é a mesma, o tamanho é você quem escolhe.
Consegue. As metas são por trimestre justamente para caber revisão sem refazer o plano inteiro.
É permissão. Cada pessoa enxerga o plano da empresa e a meta dela, e quem coordena enxerga o setor.
Sem cartão e sem demo obrigatória.