Prospecção de clientes
Encontrar empresa, escolher quem abordar, escrever a mensagem e mandar são quatro trabalhos que a maioria das agências faz em quatro lugares. Aqui é um só, e cada passo entrega o seguinte já pronto.
Sem comprar lista. Sem planilha. Sem cartão para testar.
A tela abaixo é o sistema de verdade, com nomes de empresa inventados. Ela anda sozinha, e você pode clicar em qualquer etapa para voltar.
O cadastro de CNPJ da Receita Federal é aberto a qualquer pessoa. O trabalho não é conseguir o arquivo, é transformar dezessete gigabytes de texto em algo que dá para usar numa terça-feira de manhã.
Você não importa nada, não paga por lista e não fica com um arquivo velho na gaveta. A base é uma só, mantida pela Central do Hunter, e chega pronta para todas as agências.
Toda empresa na lista vem marcada com a memória da sua agência. Isso é seu, e nenhuma outra agência enxerga.
Ninguém da sua equipe falou com ela ainda. Dá para abordar sem o risco de ser a segunda pessoa da mesma agência a ligar na mesma semana.
Já foi cliente e hoje não tem ninguém contratado. Você não está apresentando a agência, está retomando uma conversa que já deu certo antes.
Você já colocou gente em empresas desse mesmo ramo. É a frase mais forte de uma abordagem fria: em empresas como a sua, colocamos isto e aquilo.
Quem já está na sua carteira sai do resultado por padrão. Abordar cliente como se fosse desconhecido é o tipo de erro que custa o cliente.
Ela prepara a abordagem daquela empresa específica, usando o ramo, o porte e o que a sua agência já fez em empresas parecidas. Depois disso ela para, e quem decide é você.
Todo texto passa pela sua leitura antes de sair. Você edita, refaz ou descarta. A Vega nunca aperta o botão de enviar no seu lugar.
Ela ajuda a escrever e a organizar. Quem entra num processo, quem avança e quem é contratado continua sendo decisão de gente.
O que ela usa na abordagem é o que está no seu sistema. Se a sua agência nunca colocou ninguém naquele ramo, o texto não diz que colocou.
O WhatsApp da agência vive dentro do sistema. A mensagem que você mandou pelo Radar aparece na mesma tela em que sua equipe atende, e a resposta fica amarrada ao card do funil.
Não é o celular de um vendedor. É o número da agência, com todo mundo vendo a mesma conversa e sabendo quem já respondeu o quê.
Quem respondeu sai de "a abordar" e entra em "em conversa". Você não precisa lembrar de arrastar nada para saber onde cada negociação está.
Quando a conversa vira contrato, a empresa entra no Kanban de vagas com os dados que já estavam ali desde a busca no Radar. Ninguém redigita nada.
Do cadastro público de CNPJ da Receita Federal, o mesmo que qualquer pessoa pode baixar. Nós filtramos, organizamos e atualizamos uma vez por mês. Você não precisa baixar, importar nem pagar por lista.
Hoje sim, com o estado inteiro: 3,1 milhões de empresas em 645 cidades. Outros estados entram conforme houver agência usando o sistema neles.
A matriz. Quem decide contratar está nela, e uma rede com dez lojas aparece uma vez, não dez. Se você procura uma loja específica de uma rede, busque pelo nome da empresa.
Vem o que o cadastro público traz: endereço completo, telefone e, quando existe, e-mail. Nem toda empresa tem telefone cadastrado, e há um filtro para mostrar só as que têm.
Não. A lista de empresas é pública e igual para todos, mas o que está escrito ao lado de cada nome é só seu: quem é seu cliente, quem você já abordou, quem já teve vaga sua. Nenhuma agência enxerga a carteira da outra.
Não, e isso é regra do produto, não configuração. Ela escreve e para. Você lê, ajusta se quiser e decide se envia.
Você conecta o número da agência ao C·Whats uma vez. A partir daí a equipe inteira atende pelo mesmo número, dentro do sistema, sem cada um usar o celular pessoal.
Sem cartão, sem demo obrigatória e sem importar nada. A base já está lá quando você entra.