Estatísticas salariais
O cliente pergunta quanto oferecer, e a resposta costuma vir de memória ou de um site com número de outro estado. Aqui ela vem das admissões em carteira dos últimos 12 meses, cargo a cargo e cidade a cidade, pelos dados públicos do Novo CAGED do Ministério do Trabalho. Com a mediana, a faixa do meio e o tamanho da amostra sempre à vista.
Mais de 2.300 ocupações, em todos os municípios com amostra. Atualizado todo mês.
Você digita o cargo do jeito que fala e a cidade. A tela devolve a faixa inteira, e não só uma média: a média sozinha é puxada por meia dúzia de salários fora da curva, e o cliente percebe quando o número não bate com o que ele vê no bairro.
Salário de admissão declarado em contratações formais (CLT), últimos 12 meses. Não é a remuneração média de quem já está na função e não inclui variável nem benefício. Novo CAGED / MTE · janela 12 meses até jul/2026.
Números reais da publicação de julho de 2026. No sistema eles mudam sozinhos a cada mês.
Cidade pequena não tem admissão suficiente de todo cargo. O erro comum é mostrar o número do estado como se fosse o da cidade. Aqui a consulta sobe um degrau de cada vez e escreve na tela qual recorte está usando.
Quando há admissões suficientes daquele cargo ali.
O conjunto de cidades vizinhas que o IBGE agrupa por onde as pessoas trabalham e compram.
Quando nem a região tem amostra.
O último recurso, para ocupação rara.
| Admissões (n) | O que aparece |
|---|---|
| 100 ou mais | Faixa completa |
| 30 a 99 | Faixa completa, com aviso de amostra reduzida |
| 12 a 29 | Só a faixa do meio, de 25% a 75%, sem pontas e sem média |
| Menos de 12 | Não é publicado: a consulta sobe um degrau |
A consulta responde uma pergunta. O painel guarda as que você faz toda semana. Cada tabela tem uma localidade e até cem cargos, e os números se atualizam sozinhos quando sai a publicação do mês seguinte.
Marque com a estrela e eles ficam no topo da tela, com a mediana do mês.
Monte com os cargos daquela empresa, ou comece pelos mais contratados da cidade.
E cada coluna ordena: do cargo que paga mais ao que paga menos, ou pela amostra.
Com a fonte e a data dos dados no rodapé, para o cliente saber de onde veio.
| Cargo | Piso | Q1 | Mediana | Q3 | Teto | n |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Auxiliar de escritório | R$ 1.680,00 | R$ 1.804,00 | R$ 2.018,00 | R$ 2.200,00 | R$ 2.506,38 | 3.135 |
| Recepcionista | R$ 1.628,00 | R$ 1.770,00 | R$ 1.842,79 | R$ 2.000,00 | R$ 2.118,41 | 1.742 |
| Vendedor do varejo | R$ 1.804,00 | R$ 1.982,00 | R$ 2.100,92 | R$ 2.101,00 | R$ 2.399,16 | 6.010 |
Em cargo de vendas, a tela lembra que o valor é contratual e não inclui comissão.
Quando você preenche cargo, cidade e salário, o card mostra onde aquele valor fica entre as admissões da mesma ocupação. A frase descreve a posição e não diz o que fazer com ela: quem decide o salário é o cliente, e a conversa é sua.
Ocupação sugerida pelo cargo. Se não for esta, você escolhe outra ali mesmo.
Um índice sem método publicado é um número que você não consegue defender quando o cliente discorda. Por isso o método fica aberto aqui, com os dados da publicação que está valendo agora.
Microdados públicos do Novo CAGED, publicados todo mês pelo Ministério do Trabalho e Emprego em gov.br. Não identificam pessoas nem empresas, e nenhum dado das agências entra na conta.
Doze meses móveis, até a última competência divulgada. Declaração feita fora do prazo entra no mês a que se refere.
Admissões com ocupação (CBO 2002) e município informados. Saem aprendizes, contratos intermitentes e reintegrações.
O valor fixo declarado é convertido pela unidade de pagamento: por hora, vezes as horas semanais do contrato e vezes 5. Por dia, vezes 30. Jornada parcial não é esticada para integral. Pagamento só por tarefa ou variável fica de fora.
Saem os valores abaixo de meio salário mínimo da competência e os acima do percentil 99,5 da própria ocupação no Brasil.
Quando 25% ou mais da amostra tem menos de 30 horas semanais, como professor por hora-aula, a tela avisa, porque a faixa fica abaixo do mínimo mensal de forma legítima.
A publicação do mês só entra no ar se passar por todas. Se uma reprova, a anterior continua valendo. Quando a mediana da jornada integral de um recorte fica abaixo do salário mínimo, com 30 ou mais admissões, aquele recorte não é publicado e a consulta sobe um degrau. Se isso passar de 0,1% dos recortes, a publicação inteira é barrada.
Metade das admissões ficou abaixo da mediana e metade acima. A média se move mais com poucos salários muito altos ou muito baixos. As duas estão na tela, e na tabela um clique troca uma pela outra.
Não. É o salário declarado na admissão, em contratações com carteira, nos últimos 12 meses. É o que o mercado está pagando para quem entra agora, que é justamente a pergunta de quem abre uma vaga.
Ficam de fora, porque o CAGED registra o salário contratual. Em ocupações de vendas e atendimento comissionado a tela avisa que o valor não inclui comissão.
Vai. Quando a cidade não tem admissões suficientes daquele cargo, a consulta usa a região imediata, depois o estado, depois o Brasil, e escreve na tela qual recorte está mostrando e com quantas admissões.
Todo mês, depois que o Ministério do Trabalho divulga a competência nova. A data dos dados aparece na tela e no rodapé de cada tabela exportada.
Não, e de propósito. Ele mostra onde um salário fica em relação ao mercado. Quanto pagar é decisão do cliente, com a sua orientação.
Sem cartão e sem demo obrigatória.